A busca por Deus é uma realidade do coração humano. A presença dos mitos, das crenças e das religiões nada mais é do que a busca pela eternidade. Por caminhos diferentes o coração humano aspira se encontrar com Deus. Somos peregrinos de nós mesmos na busca da vida, do verdadeiro sentido. Nada nos basta, nada nos sacia plenamente. Somos seres finitos que aspiram para o infinito, que é Deus.
Dizem os místicos que "Deus é Pai e Mãe, ou melhor, um Pai com coração de mãe". Toda criação viva é constituída pela presença do masculino e do feminino.
Sim, Deus nos surpreende e mesmo nos desconcerta. O Papa Francisco apareceu como um carinho especial de Deus para uma Igreja que precisa se renovar, se tornar mais próxima das pessoas mais semelhante ao rosto de Quem a pensou, Jesus.
Apenas poucos dias se passaram do pedido de renúncia da cátedra de Pedro pelo Papa Bento XVI e começa uma melhor reflexão sobre o alcance profético e o verdadeiro sentido de sua renúncia.
“Despertar” é um simples verbo, entretanto, o seu significado é profundo e transformador. O despertar tem relação com os valores do corpo e do espírito. Mede a consciência que possuímos de nossa existência, como mede o valor que damos aos verdadeiros valores da vida humana.
O sonho da paz, da felicidade e da verdadeira realização da vida faz parte da aspiração do coração humano. Mas, por que é tão difícil chegarmos à concretização destes?
A saudação que nestes dias está nos lábios de todos é: «Feliz Natal!». Façamos com que, a troca dos bons votos não perca o seu profundo valor religioso, e a festa não seja absorvida pelos aspectos exteriores, que tocam as cordas do coração.
Cremos que este Deus Único é tão absolutamente Uno em Sua Essência Santíssima como em todas as Suas demais Perfeições: na Sua Onipotência, na Sua Ciência Infinita, na Sua Providência, na Sua Vontade e no Seu Amor.
Alguém deve ter se perguntado: “Por que o Senhor Deus ao criar o homem implantou lhe a Raiva?”, e eu respondo: Porque a raiva era uma coisa sagrada no Paraíso!