Dizem os místicos que "Deus é Pai e Mãe, ou melhor, um Pai com coração de mãe". Toda criação viva é constituída pela presença do masculino e do feminino.
Sim, Deus nos surpreende e mesmo nos desconcerta. O Papa Francisco apareceu como um carinho especial de Deus para uma Igreja que precisa se renovar, se tornar mais próxima das pessoas mais semelhante ao rosto de Quem a pensou, Jesus.
Apenas poucos dias se passaram do pedido de renúncia da cátedra de Pedro pelo Papa Bento XVI e começa uma melhor reflexão sobre o alcance profético e o verdadeiro sentido de sua renúncia.
“Despertar” é um simples verbo, entretanto, o seu significado é profundo e transformador. O despertar tem relação com os valores do corpo e do espírito. Mede a consciência que possuímos de nossa existência, como mede o valor que damos aos verdadeiros valores da vida humana.
O sonho da paz, da felicidade e da verdadeira realização da vida faz parte da aspiração do coração humano. Mas, por que é tão difícil chegarmos à concretização destes?
A saudação que nestes dias está nos lábios de todos é: «Feliz Natal!». Façamos com que, a troca dos bons votos não perca o seu profundo valor religioso, e a festa não seja absorvida pelos aspectos exteriores, que tocam as cordas do coração.
Cremos que este Deus Único é tão absolutamente Uno em Sua Essência Santíssima como em todas as Suas demais Perfeições: na Sua Onipotência, na Sua Ciência Infinita, na Sua Providência, na Sua Vontade e no Seu Amor.
Alguém deve ter se perguntado: “Por que o Senhor Deus ao criar o homem implantou lhe a Raiva?”, e eu respondo: Porque a raiva era uma coisa sagrada no Paraíso!
“Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados” (Lc 2,14). O contexto da história de Natal é diferente, mas a mensagem é sempre a mesma. “Ele veio para os seus e os seus não O reconheceram e acolheram” (Jo 1,10-11). Hoje, infelizmente, não é diferente. A realidade do coração humano em pouco mudou. A paz é um produto que está em falta em nossos dias.